Do ateliê à vitrine digital: como o vídeo fortalece marcas fora dos grandes centros
O crescimento das marcas de moda regional no Brasil está diretamente ligado ao uso estratégico do vídeo. Diferente de fotos estáticas, o vídeo mostra textura, movimento, acabamento e, principalmente, história.
Em polos de confecção e moda autoral, o consumidor quer saber quem faz, como faz e por que aquela peça é diferente. O vídeo responde a tudo isso em poucos segundos.
Outro ponto fundamental é a recorrência. Um canal de vídeo permite que a marca publique conteúdos frequentes: lançamentos, bastidores, processos de criação, depoimentos e campanhas. Com isso, o público cria familiaridade e confiança.
Além disso, o vídeo deixou de ser apenas divulgação e passou a ser ativo econômico. Quando bem estruturado, ele pode gerar receita por meio de espaços publicitários e parcerias, tornando o próprio canal autossustentável.
Para a moda regional, isso representa independência, alcance ampliado e profissionalização da comunicação — sem depender exclusivamente de feiras ou intermediários.